​Juiz pragueja contra inimigos: “Que Deus leve, com um câncer e uma mo

04/11/2018

Juiz pragueja contra inimigos: “Que Deus leve, com um câncer e uma morte bem dolorosa”

Um juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amazonas se envolveu numa enorme confusão após desejar que detratores fossem mortos por Deus após sofrerem de câncer.

O magistrado Bartolomeu Ferreira de Azevedo Júnior participava de uma sessão do TRE-AM para julgar um mandado de segurança e teria se referido aos advogados do governador Amazonino Mendes (PDT), que disputava a reeleição e foi derrotado por Wilson Lima (PSC).


“Então a única coisa que eu posso pedir contra essas pessoas que fazem isso contra a minha pessoa é que Deus leve, mas sofra bastante com câncer”, afirmou o magistrado. Jornais locais informaram que a fala era direcionada aos dois advogados de Amazonino, Daniel Nogueira e Yuri Barroso, que assistiam a sessão.

O portal Migalhas informou que a “fala do juiz foi proferida como autoridade coatora em um mandado de segurança, pouco tempo depois do advogado Daniel Nogueira ter sustentado oralmente”.

“Então eu rezo, quem me trata mal, quem profere palavras horrorosas contra a minha pessoa eu peço que Deus leve. Que antes dê um câncer e mate de forma bem dolorosa. É o que eu peço, é só o que posso pedir. E tenho que julgar conforme a lei. Porque eu não posso aqui atingir as pessoas num processo, eu não posso me vingar, que eu seria um cretino, uma pessoa que não seria digna de estar aqui”, desabafou o juiz Azevedo Júnior.


Posteriormente, Azevedo Júnior concedeu uma entrevista negando que a “praga” teria sido dirigida aos advogados. “Foi não. Tenho carinho e apreço pelos advogados da coligação. A morte dolorosa foi para todos os meus inimigos, de forma indistinta”, afirmou.

Fonte https://noticias.gospelmais.com.br

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​Feliciano diz que Globo está à beira da decadência: “Toda poderosa, p

04/11/2018

Feliciano diz que Globo está à beira da decadência: “Toda poderosa, por pouco tempo ainda

O pastor Marco Feliciano (PODE-SP) voltou a criticar de forma contundente a TV Globo por conta de uma cena de um beijo homossexual entre adolescentes na novela Malhação, veiculado no começo de outubro.

“Já repararam que quanto mais limpamos a podridão, mais ela teima em aparecer?”, questionou o pastor, em um artigo publicado pelo portal Pleno News. “Viemos durante tantos anos combatendo os ataques vis aos nossos jovens, mas a Rede Globolixo de Televisão insiste em tentar nos contaminar”, acrescentou.


Para o pastor a empresa age “tal qual um bicho de peçonha que encurralado se inocula com o próprio veneno”. A prova dessa ação de desespero, como sugere o pastor, seria o “beijo gay entre dois rapazes, em horário infanto-juvenil”.

“A emissora age assim por saber que seu império corre perigo iminente com a corrente de civilidade que se aproxima agora, nestas eleições; onde o povo escolherá políticos conservadores para dirigirem nossa Nação. Esse beijo nada mais foi do que uma pá de cal em sua própria sepultura, mas infelizmente aconteceu com a anuência criminosa dos órgãos controladores que julgam ser o horário apropriado”, criticou o pastor.

Embora exista omissão dos órgãos reguladores, Feliciano aponta que “não é apropriado” tal tipo de atração no final da tarde: “Não vejo para quê expor nossas famílias a mais esse descalabro. Nem preciso repetir que não é nada pessoal, cada um na sua intimidade é livre nos seus atos; mas uma criança não tem maturidade para discernir o que é melhor para si”, pontuou.


“Então, quando a agressão vem da toda – e espero, por pouco tempo ainda – poderosa Rede Globo de Televisão, atinge, justamente aos mais humildes por se tratar de uma rede de TV aberta. E esses humildes atingidos se tornam suscetíveis a serem reorientadas em costumes alheios à sua própria formação cultural e familiar”, alertou o pastor.

Ao final, Feliciano disse que desconfia que a Globo insiste no estímulo à erotização e ideologia de gênero por “falta de assunto”, ou então, por um motivo ainda mais tenebroso: “Uma orquestrada e maquiavélica ideia para a destruição da base familiar, com a finalidade de criar bestas-feras, sem sentimentos que poderiam contribuir para um mundo mais humano, no qual a família vem em primeiro lugar como um santo refúgio, herança divina”.

Fonte https://noticias.gospelmais.com.br

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​Daniela Mercury afirma que é errado haver programas evangélicos na TV

04/11/2018

Daniela Mercury afirma que é errado haver programas evangélicos na TV e dispara: “Quem precisa de pastor é ovelha

A polêmica entre Daniela Mercury e o pastor Marco Feliciano em torno das questões ligadas à homossexualidade despertou na cantora um senso crítico em relação às religiões.

Em seu perfil no Twitter, Daniela criticou a existência de questões que separam as pessoas e indiretamente, reprovou a participação de pastores na política ou em debates sociais: “Porque os seres humanos inventam tantas separações para seres iguais? Porque buscam maneiras de se valorizar mais que os outros? Quem precisa de pastores são ovelhas. Mais professores e educação para o convívio em sociedade. A gente está precisando se responsabilizar pela vida na terra, reza-se muito e se faz pouco pela paz aqui. Deus não quer dinheiro de ninguém”, escreveu, fazendo alusão à arrecadação de dízimos e ofertas nas igrejas.
O ponto de vista crítico da cantora também se estendeu contra a forma como as entidades religiosas se organizam: “Difícil não é acreditar em Deus, é acreditar nos homens.O céu e o inferno são aqui mesmo. Não adianta rezar pra Deus e maltratar pessoas”, queixou-se, antes de dizer que programas religiosos não deveriam ser veiculados nos meios de comunicação de massa: “Vivemos num país laico. O Brasil não optou por nenhuma religião. Então por que tanta evangelização na televisão e no rádio? Isso está errado! Se crenças e religiões fazem parte da cultura de um povo,por que os artistas e produtores culturais pagam tantos impostos e as igrejas não?”, questionou.
Daniela Mercury também optou por dizer que, a seu ponto de vista, deve-se excluir princípios religiosos como referência para a sociedade: “Os livros que regem nossa convivência social são a constituição brasileira e a declaração universal dos direitos humanos. Não são só os cristãos que são bons,tem gente boa com dezenas de outras crenças na face da terra!”.

Fonte https://noticias.gospelmais.com.br

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Adriano Martins

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