​Cristão é queimado vivo por muçulmanos após rejeitar o Alcorão

26/05/2018

Cristão é queimado vivo por muçulmanos após rejeitar o Alcorão

Um líder da igreja nigeriana que fugiu da perseguição e refugiou-se em outro país está compartilhando os terríveis detalhes sobre a morte de seu pai. O cristão foi morto por simplesmente recusar-se a negar a Bíblia e ficar com o Alcorão.

Os terroristas islâmicos do Boko Haram incendiaram templo da igreja. O pastor David-Olonade Segun testemunha que ele e sua esposa, que viviam numa região de maioria cristã do sudoeste da Nigéria, lideravam o ministério Assembleia da Vida Vitoriosa, onde ofereciam também serviços vinculados a uma escola, um orfanato e de socorro a viúvas.

Quando o ministério cresceu e eles resolveram expandir para o norte da Nigéria, onde o Islã a religião majoritária, mesmo sabendo que havia riscos. “Sentimos que Deus nos mostrava que devíamos ministrar as pessoas no Norte”, explicou Segun.
O Boko Haram passou a fazer vários ataques na região a partir 2011 e matou milhares de pessoas, visando especialmente os “infiéis”.

O pastor explica que não estava lá quando sua igreja foi atacada, mas aquilo mudou sua vida para sempre. Segun, a esposa e seus quatro filhos saíram para participar de um congresso, onde ele seria o orador principal.
Os jihadistas foram até sua casa, procurando por ele. Sua mãe conseguiu escapar, mas seu pai foi capturado. Agredido, ele disse que seu filho não estava. Os homens foram até a igreja, mataram um pastor assistente e queimaram o templo.

Depois, os soldados do Boko Haram colocaram diante de seu pai uma Bíblia e um Alcorão e disseram que ele deveria escolher um. Quando o cristão disse que ficava com a Bíblia, jogaram gasolina sobre ele e o queimaram vivo.

“Se eles tivessem destruído tudo o que eu possuía, não significaria nada para mim”, afirmou Segun. “Meu pai amava a Jesus e ele me ensinou a ser forte.

No final, além de perder o pai, o pastor viu tudo o que trabalhou para construir por mais de 18 anos. Temendo ser morto também, decidiu ir para os EUA com a família, onde tenta recomeçar a vida.
Apesar da grande perda que a família enfrentou, o pastor continua orando pelo seu país. “Às vezes eu penso: ‘Deus, e se o Boko Haram tivesse vindo um dia antes? Acho que Deus decidiu nos salvar com um propósito. Eu também penso nisso… Eu oro pelos cristãos no norte da Nigéria, poi eles estão sendo mortos todos os dias. “

A Nigéria é o 14º país que mais persegue cristãos no mundo, segundo o ranking da Portas Abertas. Com informações de Christian Post.

Fonte https://noticias.gospelprime.com.br

​“Evangélicos apoiam Israel com maior devoção que muitos judeus”, afir

25/05/2018



“Evangélicos apoiam Israel com maior devoção que muitos judeus”, afirma embaixador

Segundo uma longa reportagem do jornal The New York Times, no dia seguinte à inauguração da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, convocou líderes evangélicos para falar sobre os próximos países a fazerem o mesmo.
Em uma sala de conferência, Netanyahu agradeceu o pequeno grupo de pastores e ativistas proeminentes por intercederem junto ao presidente Donald Trump para realocar a embaixada o mais cedo possível.
Ainda segundo o jornal, Netanyahu queria saber qual embaixada seria a próxima. Listando países onde havia fortes igrejas evangélicas, lembrou que Guatemala, Paraguai e Honduras já haviam decidido pela mudança de suas embaixadas. Os próximos a serem tentados seriam Brasil e Índia.
“O primeiro-ministro estava muito animado com as possibilidades”, afirma Mario Bramnick, pastor cubano, líder do ministério Coalizão de Latinos por Israel e parte do seleto grupo de pastores que ora periodicamente com Trump na Casa Branca.
Embora o Israel moderno sempre tenha dependido do apoio da diáspora judaica, o governo de Netanyahu fez uma mudança histórica e estratégica, aproximando-se de líderes cristãos evangélicos, mesmo correndo o risco de afastar judeus americanos que se incomodam com as declarações de pastores evangélicos que “difamam a sua fé”.
O movimento calculado de Netanyahu refletiu-se na presença de dois pastores conhecidos pela sua defesa de Israel, que fizeram orações durante a inauguração da embaixada americana. As imagens foram repercutidas em todo o mundo.
O primeiro a falar foi Robert Jeffress, da Primeira Igreja Batista de Dallas. Lembrando profecias bíblicas sobre o renascimento de Israel, e encerrou dizendo “em nome do Príncipe da Paz, o nosso Senhor Jesus Cristo”.
As câmeras mostraram Netanyahu batendo palmas após a fala, o que incomodou líderes como rabino Yechiel Eckstein, fundador da Fraternidade Internacional de Cristãos e Judeus. Ele considerou que, dado o contexto, era algo “inapropriado”.
O ministério de John Hagee, pastor que fez a oração final, anualmente arrecada milhões de dólares e doa para governo de Israel, por exemplo, ambulâncias e equipamento hospitalar. Ao Times, afirmou: “Conheço o primeiro-ministro Netanyahu há muitos anos e tenho orgulho de chamá-lo de amigo. Em muitos aspectos, ele é o Churchill de nosso tempo”.
Apesar das históricas diferenças, muitos judeus acreditam que esse apoio dos evangélicos é bem-vindo. David M. Friedman, embaixador dos EUA em Israel, disse que os evangélicos “apoiam Israel com muito mais fervor e devoção que muitos dentre a comunidade judaica”.
O diplomata afirmou que esse apoio a Israel é importante: “Precisamos de amigos e precisamos de alianças”. Foi de Friedman a decisão de convidar Jeffress e Hagee. “Eles são dois dos líderes mais influentes da comunidade evangélica americana, e eu queria honrar essa comunidade por ser tão veemente em seu apoio a nós”.
Já Ron Dermer, o embaixador israelense nos EUA, que participa regularmente de eventos onde recebe o apoio evangélico, disse que os “cristãos devotos” hoje em dia são a “espinha dorsal” do apoio a Israel. Ele insiste que isso não significa que Israel está ignorando o apoio dos judeus liberais. “Você poderia dizer que há uma mudança aqui ou ali, mas, obviamente, para nós, é importante termos um forte apoio que seja muito amplo. Afinal, não se pode pilotar um avião só com uma asa.”
Melhores amigos
Em todo o mundo, o número de evangélicos é estimado em 600 milhões, e esse número continua crescendo em países latino-americanos e africanos. Os judeus, segundo reconhece o governo israelense são 23 milhões, sendo que 17 milhões vivem fora de Israel.
O relacionamento de Netanyahu com os cristãos conservadores é muito mais forte que com qualquer outro grupo fora de Israel. O rabino Eckstein entende que o premiê é muito mais popular entre os evangélicos do que qualquer outro primeiro-ministro israelense já foi.
“Ele fala a língua deles”, disse o rabino. “Ele sente-se confortável no meio eles e retribuiu esse amor”.
Em diferentes ocasiões, o primeiro ministro já expressou essa boa relação. Falando a um grupo e líderes e líderes evangélicos durante visita à África, foi enfático: “Não temos melhores amigos no mundo. Ninguém! Agradecemos essa amizade”.
Todos os anos ele grava mensagem desejando um “Feliz Natal” e no final do ano passado pediu orações pelos cristãos perseguidos.

​Estudante é forçado a retirar menção a Jesus em discurso de formatura

25/05/2018

Estudante é forçado a retirar menção a Jesus em discurso de formatura

O estudante Sam Blackledge, 18 anos, foi escolhido para ser o orador da formatura de sua turma na escola West Prairie, na cidade de Sciota, Illinois (EUA). Ele preparou o discurso durante meses, mas foi forçado a retirar as menções a Jesus em discurso. Caso contrário, não poderia subir ao palco.

“Eu nunca me senti tão triste”, disse o jovem evangélico à Fox News. “Foi terrível”. Para ele, falar do amor de Jesus durante o discurso de formatura era essencial. Mas Blackledge foi censurado assim que entregou seu discurso aos administradores da escola no dia da formatura.

A direção da escola deu explicações bastante vagas sobre por que ele não poderia falar de sua fé, algo que ele entende ser “parte essencial de sua identidade”.
“O diretor explicou que não queriam dar um aspecto religioso à cerimônia”, disse Sam. “Disse que se eu tirasse Cristo, eu poderia fazer o restante do discurso”. Porém, ele negou-se.

“A coisa mais importante da minha vida é Jesus”, disse o jovem. “Cristo é a única razão pela qual eu sou o orador da turma. Se não fosse por ele, eu não estaria lá em cima. Eu estava apenas dando a ele o crédito por isso”.
Para não criar problemas com o restante da turma, ele fez um discurso de improviso, sem falar de religião.

Porém, no dia seguinte, o Instituto First Liberty, uma das principais empresas de defesa da liberdade religiosa do país, soube do ocorrido e está oferecendo a ele assessoria jurídica. Eles estudam se caberia um processo contra a escola.

O advogado do First Liberty, Jeremy Dys, sugeriu que Sam Blackledge gravasse seu discurso original e publicasse nas páginas do Instituto nas redes sociais. Isso serviria para mostrar a mais pessoas o que ele tinha a dizer.

A porção censurada diz:
“Eu quero que você pense por um momento. Onde o mal, a justiça, o amor e o perdão convergiram plenamente em um momento da história? Posso levá-lo a uma colina chamada Calvário e mostrar-lhe a pessoa de Jesus Cristo?

A cruz de Cristo mostra que nosso coração está repleto do mal, por isso nós colocaríamos um homem inocente ali para morrer. Cristo veio para nos mostrar a justiça de Deus ao tratar com a injustiça do mundo. A cruz nos mostra todo o amor de Deus, que morreu em nosso lugar e como descobrimos, isso não seria possível sem o seu perdão.

Formandos, espero que sua vida seja desprovida de mal, cheia de justiça, cheia de amor e cheia de perdão… O mais importante da vida é encontrar essa intimidade com Deus. Ele te guiará, Ele te segurará e te levará com segurança em sua jornada. Ao buscar bondade, justiça, amor e perdão, saiba que somente Deus é grande o suficiente para oferecer isso para vocês”.

Fonte https://noticias.gospelprime.com.br

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Adriano Martins

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