Na ‘Conversa com Bial’, Aline Barros comenta o feminismo: “Mulher não

26/07/2018

As cantoras Aline Barros e Bruna Karla foram as convidadas do programa Conversa com Bial da última terça-feira, 24 de julho, e foram bastante contundente sobre os pontos do movimento feminista que vão contra os princípios e valores cristãos. “A mulher não pode esquecer seu papel dentro de casa”, sintetizou Aline.

Aline Barros é esposa, mãe, pastora e, num olhar frio, uma das “profissionais” de maior sucesso no trabalho que escolheu exercer: o ministério musical. Com esse “currículo”, ela falou de forma franca: “As mulheres querem ser valorizadas, amadas, reconhecidas pelo seu talento. Isso é louvável. O que não pode acontecer é você esquecer do seu papel como mulher sábia dentro da sua casa, que é o papel de mãe, de esposa”.

Bruna Karla também comentou sobre o assunto, dizendo que “Jesus Cristo foi a primeira pessoa a valorizar a mulher”, fazendo referência aos gestos do nazareno sobre inclusão. “Há mais de 2 mil anos, a mulher não tinha papel na sociedade, era esquecida. Mas Jesus levantou a mulher”, destacou a cantora.

O jornalista Pedro Bial, apresentador do programa, questionou as cantoras sobre um dos temas mais recorrentes na sociedade, a homossexualidade. Novamente, Aline Barros e Bruna Karla simplificaram a visão da Igreja, a partir da Bíblia Sagrada, sobre o assunto.

“A igreja não faz acepção de pessoas, assim como Jesus não faz. Nós cremos na Bíblia e ela é bem clara: Deus criou o homem e a mulher. A escolha que uma pessoa faz é uma decisão dela. Mas não significa que a igreja vai [fazer acepção] e nem pode. A Bíblia condena o homossexualismo, mas nós amamos [os homossexuais]”, enfatizou Aline Barros.

“A Igreja está aqui para abraçar, amar, ensinar e mostrar a Palavra”, disse Bruna Karla, novamente sucinta e objetiva. O tema, visto por muitos progressistas como fonte de preconceito entre os cristãos, é usado de forma recorrente para tentar extrair declarações dúbias de artistas e pastores.

Em outro ponto, Bial questionou se era correto a realização de campanhas políticas dentro das igrejas. Aline Barros, nesse ponto, evitou ser tão contundente: “O voto é pessoal. Cada um tem seu direito de escolha. Nós como igreja, como pessoas que amam a Deus, temos orado pela nossa nação. Esse é o nosso papel. A gente ora para que Deus coloque no governo pessoas justas”, resumiu.

Fonte https://noticias.gospelmais.com.br

Pastor preso na Turquia recebe transferência para prisão domiciliar

26/07/2018

Andrew Brunson, o pastor norte-americano preso na Turquia sob acusação de terrorismo, conseguiu uma vitória em sua luta contra o processo que pode condená-lo a até 15 anos de prisão. A Justiça turca determinou que ele fosse mantido no regime de prisão domiciliar até segunda ordem.

Brunson foi acusado de envolvimento com grupos terroristas após uma tentativa de golpe de Estado que pretendia depor o presidente Recep Tayyip Erdogan, em julho de 2016 e terminou preso em outubro do mesmo ano.

Após episódio da tentativa de golpe fracassada, o mandatário iniciou uma verdadeira revolução totalitária, caçando qualquer pessoa que se oponha à sua cruzada de transformação do país em uma potência a serviço do islamismo.

O pastor vive na Turquia há mais de 20 anos e liderava uma igreja no país. No começo de 2018, ele escreveu uma carta dizendo que sua prisão não é motivada por qualquer crime que tenha cometido, mas simplesmente por ele ser um pastor cristão.

De acordo com informações do portal Christianity Today, Aykan Erdemir, ex-membro do parlamento turco e agora membro sênior da Fundação para a Defesa das Democracias, informou através do Twitter que Brunson seria movido para sua residência. “URGENTE – Tribunal turco decide transferir o pastor americano #AndrewBrunson e colocá-lo em prisão domiciliar”, escreveu Erdemir.

No cenário internacional, o caso do pastor é visto como uma carta na manga da Turquia para negociações políticas. Em junho, o Senado dos Estados Unidos demonstrou disposição em bloquear a negociação entre a Turquia e fabricantes de aviões militares norte-americanos caso o país não liberasse o pastor da prisão.

Uma audiência no início deste mês era aguardada sob a expectativa de que o tribunal responsável pelo caso do pastor o liberasse, mas o desfecho foi o oposto: “A promotoria, no entanto, desapontou os otimistas ao trazer testemunhas adicionais ao tribunal, que apresentaram alegações e boatos infundados. Enquanto isso, a mídia pró-governo da Turquia continuou a difamar o pastor, negando qualquer possibilidade de um julgamento justo”, diz Erdemir.

O senador Thom Tillis, da Carolina do Norte, estado natal de Brunson, juntou mais de 60 senadores em uma carta ao governo turco pedindo a libertação do pastor. “O pastor Brunson precisa saber que ele tem o apoio do Senado dos EUA”, disse o político, na ocasião.

Na última terça-feira, 24 de julho, a filha do pastor, Jaqueline Furnari, fez um discurso inflamado durante a primeira Reunião Ministerial do Departamento de Estado para o Progresso da Liberdade Religiosa, em defesa de seu pai. Com a voz embargada, disse que o pastor se sente “abençoado” por sofrer em razão de sua fé em Jesus Cristo.

“Eu conheço o caráter do meu pai como só uma filha pode conhecer, e sei que as acusações contra ele são absolutamente absurdas e falsas”, disse. “Ele não é um terrorista armado tentando derrubar qualquer governo. Ele é um pastor que foi ao Wheaton College e ao seminário e obteve um Ph.D. em Novo Testamento”, enfatizou.

Jaqueline conseguiu visitar seu pai na prisão apenas uma vez, em agosto de 2017, e ficou chocada ao ver as condições precárias em que ele era mantido, e ficou preocupada ao vê-lo sofrendo de ansiedade e depressão. “[Ele] foi permanentemente mudado por essa experiência. Mesmo quando esta provação acabar, ele nunca será a mesma pessoa que ele foi antes”, lamentou.

Fonte https://noticias.gospelmais.com.br

​Cristão é queimado vivo por muçulmanos após rejeitar o Alcorão

26/05/2018

Cristão é queimado vivo por muçulmanos após rejeitar o Alcorão

Um líder da igreja nigeriana que fugiu da perseguição e refugiou-se em outro país está compartilhando os terríveis detalhes sobre a morte de seu pai. O cristão foi morto por simplesmente recusar-se a negar a Bíblia e ficar com o Alcorão.

Os terroristas islâmicos do Boko Haram incendiaram templo da igreja. O pastor David-Olonade Segun testemunha que ele e sua esposa, que viviam numa região de maioria cristã do sudoeste da Nigéria, lideravam o ministério Assembleia da Vida Vitoriosa, onde ofereciam também serviços vinculados a uma escola, um orfanato e de socorro a viúvas.

Quando o ministério cresceu e eles resolveram expandir para o norte da Nigéria, onde o Islã a religião majoritária, mesmo sabendo que havia riscos. “Sentimos que Deus nos mostrava que devíamos ministrar as pessoas no Norte”, explicou Segun.
O Boko Haram passou a fazer vários ataques na região a partir 2011 e matou milhares de pessoas, visando especialmente os “infiéis”.

O pastor explica que não estava lá quando sua igreja foi atacada, mas aquilo mudou sua vida para sempre. Segun, a esposa e seus quatro filhos saíram para participar de um congresso, onde ele seria o orador principal.
Os jihadistas foram até sua casa, procurando por ele. Sua mãe conseguiu escapar, mas seu pai foi capturado. Agredido, ele disse que seu filho não estava. Os homens foram até a igreja, mataram um pastor assistente e queimaram o templo.

Depois, os soldados do Boko Haram colocaram diante de seu pai uma Bíblia e um Alcorão e disseram que ele deveria escolher um. Quando o cristão disse que ficava com a Bíblia, jogaram gasolina sobre ele e o queimaram vivo.

“Se eles tivessem destruído tudo o que eu possuía, não significaria nada para mim”, afirmou Segun. “Meu pai amava a Jesus e ele me ensinou a ser forte.

No final, além de perder o pai, o pastor viu tudo o que trabalhou para construir por mais de 18 anos. Temendo ser morto também, decidiu ir para os EUA com a família, onde tenta recomeçar a vida.
Apesar da grande perda que a família enfrentou, o pastor continua orando pelo seu país. “Às vezes eu penso: ‘Deus, e se o Boko Haram tivesse vindo um dia antes? Acho que Deus decidiu nos salvar com um propósito. Eu também penso nisso… Eu oro pelos cristãos no norte da Nigéria, poi eles estão sendo mortos todos os dias. “

A Nigéria é o 14º país que mais persegue cristãos no mundo, segundo o ranking da Portas Abertas. Com informações de Christian Post.

Fonte https://noticias.gospelprime.com.br

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